24 de jul de 2007

As rendas...

em seus risos
de linhas
de tempos
rodando
o
infinito
em
sílabas
de
ar
fractais
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21 de jul de 2007

Fractais poéticos





..essas cores que batem no ar

..essas cores tingidas de pólen,

..essas cores em pétalas poliédricas.




.. essas cores



"derramadas



espalhadas



inventadas




recombinadas



ditas

reditas .escritas ."




poema expandido : Un-dress


.

18 de jul de 2007

Álgebras Abstratas

{{{{{{{{{OOOOOOOOOOO}}}}}}}}}}

Sob o silêncio



...do silêncio extraem-se
Ébrios pensamentos.
Dizem-se coisas e correm
As coisas ,que, como
Música tecem lumes

...do silêncio esvoaçam
Estranhas linhas
Quando do tempo
Escorrem as mais breves,
E se juntam as mais longas,
Que se enovelam
Mais e mais,
E por meio delas
Nos rendemos inertes
A oceanos.

...do silêncio adormecem
Sabores de soltos ventos,
Ou apagam-se nos olhos
Esquecidos, e prendem-se
Como fio, o tempo,
No pulso que não desata.




foto e poema: Jugioli
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17 de jul de 2007

Álgebra Abstrata

(.........OOOOOOOO........)
(@ x E P)
onde
X = P
porque em matemática,
pintura,
poesia
ou música,
anexamos
probabilidades
de padrões
hiperbólicos
além
do ponto
da reta
ou do
plano
(.............OOOOOOO...........)
.

14 de jul de 2007

Ressonâncias ...2




"A linha consta de infinitos pontos,

o plano, de um número

infinito de linhas"



Jorge Luís Borges : "El Livro de Arena"
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Geometria dos fractais





Em matemática existe o indeterminado ,

a indeterminação




o infinito: a dança

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13 de jul de 2007

Geometrias não euclidianas

(((((OOOOOOO)))))
Entre pontos e pararelas
criam-se elipses
hiperbólicas
o indeterminado
o infinito
a música
(((((((((((((()))))))))))))))

Ressonâncias...1










Artérias:





Aqui faço escolhas que me interessam, que suscitam identificações, delimitam espaços de verdades, que me inspiram, como "fontes que alimentam e trazem novas "águas".

Para uma ordenação de significados e significantes, como associações para a circulação de experiências e idéias que nos aproxima o fazer artístico numa continuidade.

Coisas que escrevo, leio, ou ouço; coisas antigas, aparentemente quardads, há muito esquecidas, que de alguma forma são preservadas dentro de nós- como memória, e continuam a agir, frequentemente sem que as percebamos - e de repente voltam a superfície e começam a falar.

Porque são ressonâncias : Forças que se transformam de resíduos a ações de concretude ,com o que se acrescenta à vida no seu fluir: as amizades, os amores, as viagens, os medos, as crenças, os gozos, as felicidades, as indignações, as tristezas: "em uma só palavra": as ressonâncias, como tão bem explica Roland Barthes.



E aqui começam as minhas árterias e fluxus :







Fernando Pessoa
porque eternos e infinitos poemas
que me acompanham sempre para começar
um dia belo e útil.



Bertold Brecht in Poemas, dá conselhos à atriz C.N.: "Refresca-te, irmã, na água da pequena tijeta de cobre com
pedacinhos de gelo - abre os olhos sobr a água, lava-os -
Enxuga-te com a toalha áspera e lança um
olhar num livro que amas.
Começa assim
Um dia belo e útil."









Rembrand


sempre necessário como referência

.





Cézzanne


poesia visual pura















.Pierre Bonnard pelo valor das suas pinturas luminosas, de horizontes intimistas, por seu estilo e audácia.

.


8 de jul de 2007

Poema...


"O rastro, o indício, a escarpa


da memória

vento assobiando


interrogações


lavram-se amnésias."

.

Poema: HFM

Lisboa, 20 de junho 2007
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filigranas

Filigranas do inverno
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6 de jul de 2007

As artérias

As Artérias

Água

Líquida, fluída , viscosa

Miasma ctônica

De umidade.

Húmus de matéria dessossada,

De éter e nuvens,

Antes sem texto e sem concordância

Abertamente frágil de viver todos os pretéritos, e

Inquieta no gerúndio do talvez,

Como sementes cintilando em
Dilúvios.

Sempre o vir a ser

Na orla de uma impressão.
.
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foto e comentário: Jugioli

4 de jul de 2007

Fluxus


aquarela: Jugioli
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Abstrato






. Jugioli

acrílico s/tela-2007
160x140

3 de jul de 2007

Fluxus e influxus...

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Poesia toda

Ramos de filigranas
rosas, carmins,
preciosamente articulados,
como se os fios
desta velha tapeçaria
dançassem,
para mostrar, em sua pose,
a elegância dos seus leques,
antes da primavera.
.
foto e comentário: Jugioli
.

Poesia toda...

2 de jul de 2007

Processos...



((((((((((((((((((((())))))))))))))))))))
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O Poema...

Pudesse Eu


Pudesse eu

não ter laços nem limites

Ó vida de mil faces transbordantes

Para poder responder aos teus convites

Suspensos na surpresa dos instantes!


Sophia de Mello Breyner Andreson



.(((((((((((((((()))))))))))))))))))))))

.

A dança

((((((((((((((((())))))))))))))))))))

As artérias

colagem: Jugioli
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A dança










.colagem.
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As @ Artérias

As  @ Artérias